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Polícia Federal afirma que não houve desaparecimento de embarcação apreendida em Guajará-Mirim

Corporação informa que embarcação permanece sob guarda oficial e vinculada a investigação em andamento

Foto: Divulgação/PF – RO

Da redação TVC Amazônia

A Polícia Federal esclareceu, na última segunda-feira (08), que não ocorreu qualquer furto, retirada irregular ou desaparecimento de embarcação sob sua responsabilidade em Guajará-Mirim, município localizado na região de fronteira de Rondônia.

A manifestação foi divulgada após a circulação de informações apontando o suposto sumiço de uma embarcação que estaria vinculada a procedimentos conduzidos pela corporação.

Segundo a PF, o bem mencionado permanece devidamente custodiado em local seguro e continua relacionado a um inquérito policial em andamento. A instituição ressaltou ainda que não houve qualquer ocorrência que indicasse perda, extravio ou subtração da embarcação.

A corporação também informou que mantém controle sobre os bens apreendidos sob sua guarda, seguindo os procedimentos legais previstos para a preservação de provas e continuidade das investigações.

Com a nota oficial, a Polícia Federal buscou afastar as informações sobre um suposto desaparecimento do patrimônio apreendido e reafirmou que a embarcação segue vinculada aos trâmites investigativos conduzidos pela instituição.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Polícia Federal, por meio da Superintendência Regional em Rondônia, presta esclarecimento em razão de matéria jornalística divulgada nesta segunda-feira (8/6), que noticiou a suposta retirada de uma embarcação das dependências de porto situado em Guajará-Mirim/RO.

Sobre o assunto, a instituição informa que não houve subtração de qualquer embarcação por ela apreendida naquele município.

Não há, nos registros da Polícia Federal, apreensão de embarcações realizada pela instituição em Guajará-Mirim nos últimos meses. Inexiste, portanto, bem dessa natureza sob a custódia da Polícia Federal que pudesse ter sido objeto de retirada ou subtração.

A Polícia Federal informa, ademais, que todos os bens apreendidos no curso de inquéritos policiais são regularmente catalogados, submetidos à cadeia de custódia e encaminhados a depósitos oficiais, em observância à legislação de regência.

Fatos dessa natureza, caso confirmados, reforçam o desafio existente, sobretudo em regiões de fronteira, quanto à remoção e à guarda, em local adequado, de bens empregados na prática de crimes de garimpo ilegal e de delitos transfronteiriços.

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