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PM divulga identidade dos 7 mortos em confronto no Cai n’Água em Porto Velho

Segundo policiais militares, todos seriam ligados à facção criminosa; ônibus que fazem transporte público foram recolhidos mais cedo por receio de represálias

Da redação TVC Amazônia*

Sete homens foram identificados entre os mortos no tiroteio ocorrido na quarta-feira (02), durante uma operação da Polícia Militar de Rondônia. O confronto aconteceu após uma ação contra integrantes de uma facção criminosa que, segundo informações da inteligência policial, estariam reunidos para lembrar um ano da morte de Raonei, executado em 2024.

As vítimas fatais são: Alisson Maciao Carvalho, Yago Henrique Almeida dos Santos, Paulo Ricardo de Souza Mesquita, Edson Ribeiro da Costa Silva, Leandro Ribeiro de Castro Ferreira, Antônio Ociolando Rodrigues de Menezes e Vinicius Gustavo Silva de Souza.

A operação foi conduzida por equipes do Batalhão de Polícia Tático de Ação Rápida (BPTAR), que chegaram ao local indicado pela investigação e, conforme o relato do comandante da ação, coronel Wilton Nascimento Amorim, foram recebidas a tiros pelos suspeitos, o que desencadeou o confronto armado.

No total, oito indivíduos foram atingidos durante o tiroteio. Todos foram socorridos e encaminhados ao Hospital João Paulo II, mas sete deles não resistiram aos ferimentos e morreram.

A PM informou que entre os mortos havia criminosos de alta periculosidade, incluindo um adolescente identificado como Alesson Marceal, investigado por envolvimento em mais de 20 assassinatos. Alguns dos suspeitos também usavam tornozeleiras eletrônicas no momento da ação.

“O grupo presente naquela residência representava uma ameaça clara à sociedade. Estavam reunidos não para fins sociais, mas para tramar ações criminosas e afrontar o Estado. Quando reagiram à presença policial, receberam uma resposta compatível com a agressão”, declarou o coronel Amorim.

Suspensão do transporte público

Como medida de precaução, todos os ônibus do transporte coletivo urbano de Porto Velho foram recolhidos às garagens por volta das 21h da noite desta quarta-feira (02).

A decisão partiu do sindicato da categoria, que temia possíveis ataques ou represálias, como incêndios criminosos contra os coletivos, após a morte dos membros da facção no confronto com a polícia.

Um suposto “salve” teria sido espalhado em grupos de WhatsApp, mas segundo fontes relataram ao TVC Amazônia, era uma mensagem falsa, já que depois dos ataques de janeiro, a facção não teria interesse em retaliar as mortes desta quarta-feira.

*Com informações do Rondoniagora e Rondoniaovivo.

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