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Circo Dragões de Rondônia alcança 1,5 mil estudantes com oficinas gratuitas

Projeto desenvolve ações sem custo para a comunidade de Porto Velho

Foto: Reprodução de tela

Da redação TVC Amazônia*

O Projeto Escolar de Circo Dragões de Rondônia preserva uma história iniciada em 1963, quando dona Márcia Gonçalves Prestes deu os primeiros passos das atividades circenses em uma área aberta próxima à Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho. Passadas mais de seis décadas, a iniciativa permanece em funcionamento e atualmente atende mais de 1,5 mil alunos por meio de oficinas realizadas na Escola Jesus de Nazaré, no bairro Socialista.

O projeto foi reativado em 1979, antes mesmo da consolidação do programa “A Praça é Nossa”, com apresentações e atividades na Praça Marechal Rondon. Já em 1993, integrantes do grupo concluíram formação na Escola Nacional de Circo, o que contribuiu para o fortalecimento técnico e pedagógico da proposta. Dois anos depois, em 1995, as ações foram retomadas no SESC Esplanada das Secretarias.

Entre 1997 e 1998, o projeto ampliou sua atuação ao SEST/Senat, utilizando o circo e o teatro como instrumentos de ressocialização de internos do presídio Ênio Pinheiro. Nesse período, destacou-se a montagem do espetáculo “Bizarros”, reforçando o viés social da escola, voltado não apenas à formação artística, mas também à inclusão e transformação social.

Ao longo dos anos, o Circo Escolar Dragões de Rondônia passou a oferecer oficinas gratuitas em escolas das redes municipal e estadual, além de associações comunitárias, consolidando sua presença cultural em diferentes regiões da capital.

Atualmente, o projeto conta com apoio da Lei Aldir Blanc, por meio de edital da Funcultural e da Prefeitura de Porto Velho. A escola é presidida por Natanael Costa, conhecido como Mestre Dragão de Rondônia.

As atividades também têm parceria da Federação de Capoeira Regional de Rondônia, Lutas e Artes Marciais de Rondônia (Floaero). As oficinas incluem a entrega de certificados aos participantes, e a expectativa é ampliar o alcance do projeto, fortalecendo o circo como ferramenta permanente de educação, cultura e cidadania em Porto Velho.

*Com informações do Rondoniaovivo.

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