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Jesuíno Boabaid mira retorno político com apoio de entidade militar e tenta aproximação com governo Marcos Rocha

Atuação à frente de associação e articulações de bastidores reacendem debate sobre interesses políticos e representação da categoria

Foto: Reprodução da internet/Google

Da redação TVC Amazônia*

O ex-deputado estadual Jesuíno Boabaid, atual presidente da Associação dos Praças e Familiares da Polícia e Bombeiros Militar de Rondônia (Assfapom), tem intensificado sua atuação com foco em um possível retorno à Assembleia Legislativa.

À frente da entidade, cuja permanência no comando é vista como praticamente vitalícia, ele tem direcionado discursos à valorização da categoria como parte de sua estratégia política.

Nas redes sociais, Boabaid mantém posicionamentos críticos em relação a pautas internas da corporação, como o crescimento no número de oficiais. Paralelamente, segundo informações de bastidores, também busca reaproximação com o Governo de Rondônia, incluindo o alinhamento de compromissos políticos firmados anteriormente.

Entre esses movimentos, está a participação em articulações envolvendo o aumento de 2% do ICMS, tema que gerou debates públicos e reações dentro do meio político. Na ocasião, registros nas redes sociais mostraram manifestações de pessoas próximas ao ex-parlamentar contra o deputado estadual Rodrigo Camargo, que se posicionou contra a medida.

Ainda conforme apurações, uma das estratégias discutidas incluiria a possibilidade de Boabaid assumir temporariamente uma cadeira no Legislativo, além de indicar nomes de sua confiança para cargos no governo estadual, com o objetivo de fortalecer uma base política para futuras disputas.

O cenário também envolve embates judiciais. Um deles foi movido contra o policial Cleiton Isaac de Souza, que fez críticas públicas ao ex-deputado. No processo, Boabaid alegou ofensa à honra.

No entanto, a decisão judicial entendeu que as declarações estavam no campo da opinião, destacando que figuras públicas estão sujeitas a críticas no contexto do debate democrático.

O caso reacende discussões sobre os limites entre atuação institucional e projetos políticos pessoais, além do papel de entidades representativas em contextos eleitorais. Enquanto isso, parte da categoria segue cobrando avanços concretos em pautas estruturais e de valorização profissional.

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